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OLÁ 2020. OLÁ A TODOS!

           Este é a primeira publicação de 2020 e sinto que é um sinal por ter calhado no dia de publicar do blog. As quartas-feiras são um dia especial para mim, não me perguntem porquê. Apenas gosto muito do dia e é exatamente por isso tenho tido este dia como o dia do blog. Ora, hoje trago os meus 20 objetivos para 2020 e talvez consiga trazer o passo-a-passo quando os concluir. Espero bem que consiga cumprir todos até ao final do ano, pelo menos. São 365 dias, são 365 novas tentativas. Então, vamos lá dissecar e explicar o porquê deles.

1. Ler 12 livros.

           Em 2019 consegui ler 10 livros e metade de dois livros (que ainda não acabei). Ora, neste novo ano queria acabar um livro por mês. A maneira que vou tentar arranjar de conseguir chegar lá é ler cerca de 1 capítulo ou 20 páginas por dia. Vou estar atualizar as minhas leituras no Goodreads e conseguem ver, também, na barra lateral do site. 

2. Visitar Paris & Disneyland.

           Estou já há 2 anos a tentar ir a Paris e, consequentemente, à Disneyland. Queria muito ir este ano e só não fui no ano passado porque não havia forma de conciliar as minhas férias com as do meu namorado, e quando dava jeito, eu não tinha o dinheiro. Enfim. Que 2020 me permita ir a Paris!

3. Chegar às 10.000 visualizações por mês.

           Esta meta é um pouco utópica, mas decidi colocar na mesma só pela diversão de me puxar a trabalhar para tal. Sei que vai ser difícil, mas quem sabe se não consigo, não é? Vou criar conteúdo e tentar trazer coisas novas para o blog, fiquem atentos!

4. Fazer o livro chegar à segunda edição.

           Novamente, uma meta um pouco difícil de conseguir, mas espero que seja este ano que consiga chegar à segunda edição e que as pessoas realmente gostem do meu livro. Caso estejam interessados, tenho aqui o prólogo e onde o comprar. Vou tentar implementar dicas dos cursos de marketing que tive e fazer umas magias por aqui e por ali!

5. Meditar três vezes por semana.

           Passei cerca de uma semana a meditar todos os dias este ano. Pode parecer muito pouco para ter feito qualquer efeito, mas a verdade é que fez mesmo! Eu sentia-me mais leve e livre de pensamentos negativos e exaustivos. Óbvio que os números de vezes que estou a dar são só para ter uma base para começar; tudo o que vier depois, é um bónus muito bem-vindo.

6. Fazer exercício 2 vezes por semana.

           Gostava de me focar mais na minha saúde e bem-estar. Sei perfeitamente que quando me exercito que me sinto bem melhor depois e com mais energia e motivação para a vida, ainda porque deixo de ter tantas dores no corpo e durmo um pouquinho melhor. Queria começar com duas vezes por semana e, se puder, aumentar quando quiser, sem forçar muito, mas sem estagnar também.

7. Escrever 2 páginas por semana.

           Isto de escrever é não só para desenvolver o hábito de escrita, mas também porque acredito que quanto mais escrevo e exercito esse músculo cerebral, menos bloqueios criativos tenho. Então, decidi que queria escrever, pelo menos, duas páginas no Word por semana. É uma meta que queria muito atingir para tentar acabar a sequela do meu livro e para desenvolver outras ideias que tenho em mente também.

8. Aprender francês.

           Um dos grandes objetivos é mesmo aprender francês e ser quase fluente para poder visitar o meu namorado e não ter de depender dele para me traduzir as coisas ou falar por mim e, para, quem sabe, poder ir viver com ele no próximo ano! Decidi incluir porque desta vez estou mesmo a sério e mais empenhada do que nunca.

9. Melhorar alemão.

           Para quem não sabe, licenciei-me em línguas e a língua que escolhi para aprender foi alemão. As minhas bases são bastante sólidas, eu acho, só que queria melhorá-lo ainda mais e, também, chegar a um nível quase fluente.

10. Escrever mais sobre o que me vai na cabeça. 

           Por outras palavras e mais simplificado: journaling more. Não sei como se diz isso tão consiso em português, por isso teve de sair assim. Tal como a meditação, eu sinto realmente que me ajuda acalmar e a aliviar a tensão que sinto durante o dia. O ideal seria escrever de manhã e à noite, no entanto, sei que é quase impossível. Já só quero escrever, nem que seja só uma frase, todos os dias ou, então, quando estou realmente a precisar de desabafar.

11. Consumir mais revistas e podcasts.

           Acho que uma das fontes de inspiração que me falta são os podcasts e revistas. Recentemente adquiri a revista HAPPY e quero dizer que adoro os artigos que escrever e a maneira como a revista é estruturada. Fiquei curiosa com a revista da PRIMA e da MARIA VAIDOSA porque acho que trazem temas bastante interessantes para o quotidiano. Podcasts também ouço cerca de 3, mas queria alargar o horizonte com outros temas, além de ser só sobre lifestyle. Se tiverem recomendações, por favor, digam-me!

12. Encontrar um bom trabalho.

           Outro grande objetivo deste ano é mesmo encontrar um trabalho com o qual me identifique e com o qual me consiga ver a trabalhar uma vida inteira. Estou agora sem trabalho e espero mesmo conseguir encontrar um que me realize minimamente e que proteja o trabalhador, coisa que os trabalhos que tive não faziam. Enfim.

13. Aprender mais sobre marketing digital.

           Foi em 2019 que percebi que me interessava bastante por marketing digital e toda a área criativa por detrás dele. Fiz duas formações de 25h cada uma e adorei simplesmente voltar a estudar algo que me apaixonava e aprender algo diferente todas as vezes, e o facto de ser tão interativo e prático aumenta o interesse a triplicar. O objetivo era mesmo encontrar um estágio nesta área, se possível, para conseguir aprender mais, mas veremos.

14. Fazer a primeira tatuagem.

           Eu já tinha a data marcada para fazer duas tatuagens, mas tive um problema pessoal que me impossibilitou de concretizar este objetivo no ano passado, mas ainda vou a tempo este ano! Já sei quanto custam e tudo, e onde quero, então é só mesmo marcar o dia e rezar que não desmaie.

15. Comer menos carne e peixe + cozinhar mais.

           Eu consegui reduzir significativamente o consumo de carne, principalmente porque começou a "enjoar-me". Ainda como frango e peru, mas carnes vermelhas já não consigo comer como antigamente. Ainda assim, queria reduzir ainda mais e talvez basear-me numa alimentação com mais verduras e assim.
Queria cozinhar mais: eu sei cozinhar, mas queria ter aquela vontade de ser eu a preparar a minha comida porque, assim, também consigo controlar o que quero comer já que a minha família come imensa carne e é algo que quero evitar. 

16. Criar conteúdo com mais consistência e regularidade.

           E com isto quero dizer que quero publicar duas vezes por semana no blog e uma vez no podcast (vai sair em breve!). Nas redes sociais preciso de planear de maneira totalmente diferente e perceber quais redes sociais preciso.

17. Acabar de escrever ADJACENTE.

           Este objetivo está um pouco relacionado com o escrever mais e não há muito que se diga. Eu só quero ter tempo para articular as minhas ideias e poder dar-lhes vida.

18. Ser operada à miopia/estigmatismo.

           Talvez seja possível concretizar este em junho se os valores ficarem os mesmos. O médico disse que era um procedimento bem simples e rápido. Então estou bem feliz porque significa que vou deixar de usar óculos e lentes, uma coisa que me impedia fazer certas coisas porque incomodava andar sempre de óculos ou sempre de lentes.

19. Aprender linguagem gestual.

           Da mesma maneira que quero aprender francês e melhorar o alemão, sinto que língua gestual seria algo que se devia ensinar na escola para podermos ter um melhor entendimento com todas as pessoas. É uma habilidade que me interesso, da mesma maneira que quero aprender francês.

20. Desenvolver mais gratidão e amor-próprio.

           É algo que eu queria criar o hábito: todos os dias escrever três coisas pelas quais estou grata e desenvolver o amor-próprio. Admito que melhorei bastante nestes dois fatores e estou feliz por tal ter acontecido, mas acho que poderia melhorar ainda mais. 

           Bom, eu sei que escrever objetivos anuais é um pouco fatela, mas adoro ter coisas que quero fazer e sei que quais as quero fazer. Claro que há muitas outras coisas que queria aprender, desenvolver ou criar, mas prefiro manter-me assim com poucas do que tentar fazer muita coisa ao mesmo tempo.
           Contem-me nos comentários quais são as vossas resoluções de 2020 e o que querem fazer, ou se é alguma parecida com as que escrevi.
           Espero, muito honestamente, que 2020 seja um ano de criação e inspiração para vocês!
Até já,
Eu, sendo a pessoa dedicada a listas e com uma constante introspecção sobre aquilo que quero e preciso, faço sempre uma lista daquilo que quero eventualmente comprar/adquirir/fazer, só para o caso de bater com a cabeça e sofrer amnésia, entendem? Seja para me obrigar a sair da minha zona de conforto, seja para aconchegar-me mais na minha bolha externa à realidade. Então, aqui estão dez coisinhas que irei ter, talvez, eventualmente, quando for rica. 

1. cartas de tarot.

Okay, eu sei que é um pouco estranho, mas eu sou muito espiritual e levo os sinais que o universo dá assim... um pouco (demasiado) a sério, às vezes. Eu penso que nós temos um destino pré-definido e nós é que o vamos alterar se assim o desejarmos; no entanto, há coisas, pequenos momentos, que devem mesmo acontecer para nos fazer crescer e aprender. Então, as cartas serviriam como um mensageiro entre o espiritual e entre mim para me dar umas pequenas luzes. Não sei, acho mesmo engraçado como certas coisas acabam por ser tão acertadas. Não me julguem.

2. tripé.

Para quem não sabe, fotografia é uma das coisas que eu mais gosto de fazer. Além disso, eu gostava de criar um canal no Youtube e o tripé dava jeito para ambas as coisas. Só mesmo para ter mais estabilidade e não ter medo que a câmara caia do meu tripé improvisado com livros e coisas aleatórias a segurar.

3. caixa para polaroid.

Eu, FINALMENTE, tenho uma polaroid! Sim! Foi uma prenda de aniversário dada pelo meu namorado e eu fiquei sem reação ao primeiro, mas estava mesmo feliz por dentro. Agora, irei tentar comprar daquelas caixinhas que servem para meter a câmara dentro porque tenho mesmo medo de a estragar. A sério, estou tão feliz por tê-la!

4. sapatilhas.

O meu irmão ofereceu-me as sapatilhas da Adidas Neo da gama da Selena Gomez e só quero dizer que eu nunca liguei a marcas, mas estas coisinhas fofas são tão confortáveis e bonitas e dão um toque de cor em tudo porque é um rosa-salmão mesmo lindo! Então, decidi que o melhor era comprar outras com o mesmo conforto porque as que tenho só passou um ano e já estão abertas em alguns lados porque andei todos os dias com elas (ou quase todos os dias). 

5. set batons nude da primark.

No Instagram da Primark publicaram uma caixa cheia de batons nude da marca. Tem cerca de 18 batons, se não me engano, e parecem tão bonitos! Se for com a mesma textura e qualidade do outro que tenho será ainda melhor!

6. headfones.

Ora... Preciso mesmo de umas headfones de jeito porque os que comprei na Primark já têm fita-cola a segurar as peças. Vou tentar pesquisar sobre quais serão os melhores: com ou sem fios - se souberem ou tiverem uma opinião sobre tal, deixem nos comentários <3

7. livros.

Eu criei listas de livros no Bookdepository e na Wook porque, gente, enfim. Eu só quero dinheiro para poder ter livros. São os meus sites favoritos de descontos, apesar de também já ter usado a Bertrand. Entre muitos dos que pretendo comprar estão: You are a Badass de Jen Sincero, How to be a Bawse da Lilly Syngh, Harry Potter saga, muitos dos livros da Rainbow Rowell, The Lost Flowers of Alice Hart de Holly Ringland (a versão da Fnac tem um livrinho que traz o significado de cada flor mencionada no livro e eu achei demasiado amoroso).

8. tinta roxa.

Para quem não sabe, roxo é uma das minhas cores favoritas (sem querendo ser má para as outras cores, eu gosto de vocês também!). A minha ideia de ter pintado o cabelo de loiro era para a tinta roxa poder aderir melhor. Vou tentar fazer com que isso aconteça ainda este ano, ou talvez no início do próximo! 

9. tatuagem.

O meu sonho de fazer tatuagens ainda não desapareceu, ao contrário daquilo que a minha mãe achava. Apenas tem aumentado porque, realmente, é algo que quero muito fazer e, é claro, como tudo aquilo que faço, eu penso imenso antes de chegar ao ponto da ação. 

10. patins de quatro rodas.

Chamem-me de maluca, mas eu acho que se tiver patins de quatro rodas eu não caio. Chamem-me de maluca pela segunda vez por eu achar que os vou utilizar em casa, quando só uma parte da casa é que é lisa, o resto é paralelo. Ainda assim, eu acho que era uma boa maneira de me obrigar a sair de casa para usar e para exercitar as pernas de velhinha que tenho (o frio aparece e eu já sofro dos joelhos, a sério!). 



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Obrigada por continuarem até aqui,
Até já, Rainers!

A Netflix tem sido uma das maiores transmissoras de conteúdo globalmente. Além disso, produz conteúdo variado desde séries a filmes para manter os espectadores interessados e divertidos. Eu juntei sete das enumeras produções que a empresa tem criado (e bem) e que acho que toda gente devia ver ou, pelo menos, dar uma pequena oportunidade. 

1. 13 reasons why. (série)

Eu ia fazer um post separado sobre esta série por causa de toda a "reputação" que foi criada pelas duas temporadas. Contudo, o tempo foi passando e esqueci-me totalmente de o fazer. 
Esta série é um bocadinho próxima do meu coração porque foi um dos poucos livros que li quando era mais nova porque eu, totó como era, não gostava de ler. Ainda assim, este livro chamou-me atenção, talvez pela sua escrita ou pela sua história, algo despertou um interesse em mim. Quando soube que ia virar série (ia ser filme primeiramente) fiquei curiosa em como o iriam fazer. Claro que só virou polémica e controverso quando virou série porque, como livro, nunca ouvi ninguém dizer nada de mal.
Desde já, o elenco é simplesmente incrível. Acho que não haveria ninguém melhor para fazer as personagens do que os atores atuais. Acho que a coisa que mais me chamou atenção foi o facto de ser dividido por cassetes, sabem? Cada uma conta uma história que acabam por se interligar, o que levam ao suicídio da Hannah. Acho que o enredo em si foi todo muito mal interpretado, talvez pelo facto de que certos assuntos foram pouco explorados. Contudo, acho que dá para ver perfeitamente o sentido que o escritor, os produtores, os atores, toda gente, quis levar com aquela obra. Daí haver segunda temporada, mesmo que não fosse propriamente preciso. Eu podia fazer um post completo sobre as supostas hipocrisias e controversas, mas vou deixar para que vocês vejam e tirem as vossas próprias conclusões.

2. stranger things. (série)

Acho que nem precisa de apresentações. Uma das séries mais faladas de 2017, Stranger Things é baseada no desaparecimento de um menino. A polícia, amigos e família tentam procurar o seu paradeiro e aventuram-se por zonas perigosas, onde acabam por encontrar uma menina que não sabe falar, mas que, de alguma maneira, tem poderes especiais. Já são duas temporadas de sucesso, mostrando a qualidade da performance dos mais novos. Os efeitos especiais é algo muito bom na série, já que o projeto é basicamente baseado neles. Além disso, o próprio suspense é bom pela maneira subtil mas ágil que foi criado. 

3. insatiable. (série)

Eu acho que isto é outra série que foi tirada muito fora do contexto porque as pessoas, hoje em dia, tendem a ficar ofendidas com tudo e mais alguma coisa. Só apenas com o trailer, a ofensa foi tanta que fizeram uma petição para não deixarem a série ser lançada. Como é que se pode criticar algo quando nem se sabe o conteúdo? Enfim.
A história é criada à volta de uma rapariga que ficou magra durante o verão porque levou um murro no maxilar o que a fez ter uma dieta de líquidos. Ela era gozada na escola por ser gorda e, assim que se apercebeu que as mesmas pessoas que a gozavam agora tinham inveja ou a idolatravam, ela usou isso a seu favor para se vingar.
É cliché? Um bocado. No entanto, não acho que a controversa feita tenha feito sentido porque não acho que se tenham feito piadas ofensivas sobre a obesidade. O que quero dizer com isto é que sim, mostra as coleguinhas a gozarem com elas, mas é baseado na história pessoal da criadora da série. Todas as piadas que são ditas sobre o peso ou a forma da Patty, são piadas que já foram utilizadas em outras séries - não que isso seja aceitável caso fosse ofensivo, mas acho que se anda a exagerar muito com este tipo de coisas. O humor usado é um pouco pesado, isso é bastante óbvio, utilizando a sátira também.
Acho que a própria série mostra que apesar de se ter "tudo" o que se desejava, não quer dizer que se alcance a felicidade suprema. Não se esqueçam que um projeto é muito mais do que o pedacinho que mostram.

4. jessica jones. (série)

Eu não conheço os comics da DC nem da Marvel, apesar de gostar imenso das séries inspiradas neles. Não sei nem distinguir os dois, para ser sincera. Sei que a Jessica Jones é da Marvel porque aparece logo na introdução (ups). Tenho uma palavra para esta série: FANTÁSTICA. Para além de ter uma mulher como heroína a fazer de detective (quem me conhece sabe que gosto imenso disso), conta os problemas que ela tem ao lidar com relações e como lida com os seus poderes de forma mais subtil, digamos. Eu adorei a segunda temporada visto que ela procura quem era e o que se passou com ela. É um policial, tem superpoderes, tem uma mulher poderosa e ela tem imensa piada, o que pedir mais? 

5. riverdale. (série)

Ainda não só estou no episódio oito da segunda temporada, mas já me rendi. Eu ouvia falar desta série no twitter com screenshots e citações famosas, mas não me chamou muito atenção, sinceramente. Após ter acabado Lucifer (uma série também muito boa), decidi dar uma oportunidade a Riverdale - e ainda bem que o fiz. Novamente, envolve resolver crimes (um por cada temporada, pelo que percebi) sendo que eles envolvem diretamente as personagens principais de alguma maneira. Um grupo de quatro (ou cinco, ou seis, dependendo dos dias) adolescentes procuram respostas às atrocidades que acontecem onde moram, em Riverdale. Entretanto, cada um tenta resolver os problemas pessoais que tem e tentam descobrir-se a eles mesmos e aos amigos. Além disso: Cole Sprouse.

6. to the bones. (filme) 

Este projeto também teve a sua controversa quando Lily Collins foi criticada por ter perdido (ainda) mais peso para interpretar a personagem principal. Para quem não sabe, a própria atriz sofreu de anorexia e o filme era algo muito próximo de si exatamente por isso. O filme retrata as dificuldades de alguém que tem esse distúrbio alimentar e como é difícil fazer alguém perceber que o seu valor não se mede através de quilogramas. A doença não afeta só à pessoa que a tem, mas também a quem a rodeia e quem vive com ela. É complicado ver alguém desaparecer à tua frente, dia após dia, seja por distúrbio alimentar ou doença psicológica. 

7. to all the boys i've loved before. (filme)

Para acabar de forma "leve", aqui está um filme que me fez chorar (como é óbvio porque eu choro por tudo). É um romance adolescente, baseado num livro, que fala de uma menina que escreveu uma carta a cada rapaz que gostou, mas nunca as enviou. De alguma maneira, os rapazes recebem as cartas e a história desenvolve-se por entre essa ação. Não posso dizer muito mais porque não quero dar spoilers, mas é um enredo muito giro e divertido que te faz perceber que, no final de tudo, ser vulnerável pode trazer coisas boas, pessoas boas. 






E tu? Tens alguma série, filme ou documentário feito pela Netflix que gostarias de recomendar? Diz nos comentários!
Até à próxima,
Que bom que é ser artista! A inspiração a fluir por entre os pensamentos aleatórios e bem estruturados que reflete o génio que prevalece dentro do ser da arte. Os seus dedos trabalham para transmitir as suas ideias e ideais de forma cuidadosa e delicada. Nunca há uma dia em que as ideias não nascem para darem as boas graças ao mundo intelectual. Elas fluem de maneira tão subtil que parecem estar preparadas desde sempre para serem expostas.
Era bom que isto fosse verdade não era? Quem me dera que isso fosse verdade. Seria tudo mais fácil realmente. A vida de artista é muito glamorizada pelos filmes de Hollywood, ou dramatizada ao máximo através do génio atormentado com traumas passados.

1. bloqueio criativo.

As pessoas têm muito a ideia de que os artistas só sabem criar e criar, nunca ficam sem ideias ou sem motivação. Quão errado! Acontece mais frequentemente do que um artista quer e começa a ser tão frustrante, por vezes, que a vontade é mesmo de desistir e não continuar a criar. Eu falo por mim que, durante um bom ano, isto me aconteceu. Nada do que eu escrevia parecia soar bom o suficiente e/ou parecia que o meu dito "talento" se tinha evaporado. Deixava-me muito triste porque a única coisa a que era um pouquinho boa em e aquilo que eu gostava imenso de fazer não estava a correr bem.

2. soa bem mal.

Sabem quando, por exemplo, fazem um trabalho para a escola e passado alguns anos vão revê-lo e não sabem onde tinham a cabeça para fazer aquilo? Bom, isso é o que acontece aos artistas, mas num espaço de tempo de minutos, na verdade. Estamos a fazer algo muito entusiasmados e parece que o fogo da nossa paixão por aquele trabalho renasceu até que paramos e revemos o que fizemos e... que horror. "Que raio estou eu a fazer?" é aquilo que todos nós pensamos, eventualmente.
Isto também acontece quando mostras o que fizeste a alguém e demoram a responder então começas a repensar em tudo e, inconscientemente, começas a apontar defeitos. Dica 1: Se um amigo te manda mensagem, responde rapidamente porque nunca sabes se é algo que ele quer a tua opinião e se não está a pensar demasiado.

3. perfecionismo.

O meu inimigo número um - perfecionismo, ou seja, eu mesma. Não é irónico que aquele que nos faz pior somos nós mesmos? Enfim. Tal como o meu signo, o meu tipo de personalidade e muitas outras coisas indicam, eu sou perfecionista e, por muito que pensem que isto é uma qualidade, não é. Quer dizer, consegue ser, mas poucas são as vezes que consigo usá-la a meu favor. O perfecionismo consegue ter o poder de matar a criatividade e espontaneidade que existe no momento. Além de que te leva a não partilhar algo de maneira a ter feedback porque nunca achamos que esteja bom o suficiente (ainda) para o fazer.

4. mal entendido.

Não sei quanto a vós, mas a mim já me aconteceu escrever algo e acharem que é uma coisa totalmente diferente e ficam ofendidos. Não só porque hoje em dia é tudo um frasquinho de perfume, mas porque também não sabem perceber que tudo tem um motivo para ser feito, logo, deviam esperar que a pessoa se explique. Principalmente quando já conhecem a pessoa e quando sabem a arte dela antes? Enfim, não se pode fazer nada. Dica 2: esperem que a pessoa se explique ou perguntem, mesmo, invés de atirar pedras e mandar bocas nas redes sociais. 

5. isto é-me familiar...

É tão frustrante quando estás a ter uma ideia incrível e achas que é mesmo wow e começas a questionar-te se já existe isso. Depois de pensar muito, reparas que um pequeno detalhe é similar a algo que alguém já tinha feito e desanimas logo. É que eu tenho muito o pânico de que uma ideia que eu tenho seja imitação inconsciente de algo. Para quem leu Big Magic sabe que isso é bastante normal acontecer, para quem não leu: LEIAM.

6. porquê continuar?

Esta é aquela fase que é uma das piores, eu acho. Chega-se ao momento em que começa-se a duvidar de nós mesmos pelas coisas mais pequenas. É a parte mais irritante de todo o processo de criar porque finalmente ganhamos a coragem para voltar a fazer algo, já passamos pela parte de "isto não é bom", pela parte de "isto parece igual àquilo" e ainda temos de estar a duvidar de nós mesmos. E, depois os teus amigos te dizerem que estás a exagerar, ficas um bocadito pior.
No entanto, acaba por passar esta parte quando começas a trabalhar no teu projeto e começas a ganhar inspiração.

7. quero feedback, eu acho.

Tu queres que as pessoas dêem a sua opinião, mas ao mesmo tempo não queres porque não queres receber críticas, mas queres críticas construtivas, mas não queres que sejam construtivas demais porque é uma coisa pessoal para ti e tens medo que seja "má" aos olhos dos outros. Para mim é um bocado assustador porque além de ter o blog, tenho uma história no wattpad que pode ser vista de maneira controversa pelas coisas que lá falo. Sendo sincera, nem tive medo de a publicar no início porque não ia ter leitores. Foi à medida que começou a ganhar reconhecimento que eu fiquei cada vez com mais medo de publicar algo meu porque sabia que poderia ter uma repercussão negativa ao não entenderem o que queria dizer ou ao estar a dizer algo de errado. Acho que tenho ainda mais medo agora de publicar algo com a minha opinião porque as pessoas já têm uma certa expectativa de mim, do que antigamente porque "ninguém queria saber".

Estes são os probleminhas que encontrei sobre ser artista ou criador de algo. Espero que tenham gostado. Deixem nos comentários as vossas opiniões ou se sabem de mais situações parecidas que eu não tenha mencionado.
Até ao próximo post Rainers,


Esta foto foi tirada quando eu estava despercebida, mas para este post até dá jeito. No curiouscat deram-me a ideia de fazer um post sobre coisas que eu gosto, mas que sejam consideradas porcarias por outras pessoas e, sinceramente, achei muito interessante, obrigada anónimo que atende o meu desespero por ideias! Sei que já passou imenso tempo desde a sugestão, porém estava a tentar encontrar mais coisas... Só que não consegui além destes três:

1. soy luna.
Okay, este percebo que seja julgado só por ser mexicano e da Disney - drama adolescente, eu percebo! No entanto, na minha opinião, esta novela mexicana não é tão dramática como as outras, o que me deixa logo empulgada. Acontece vários plot twists e a personagem está quase a descobrir a sua identidade, mas há sempre pequenos contratempos que acontecem e há ali uma parte na segunda temporada que começa aborrecer... MAS o drama é doseado com música e outras coisas. Além de que incluiram um tema que não me lembro de ver em mais nenhuma série: patins. Devo admitir que me deixou com vontade de comprar uns; o problema é que depois tinha de fazer seguro de vida e não convém gastar muito dinheiro.

2. taylor swift. 
OKAY, ela namora com muitos rapazes, meio que fala de certas coisas más que houve na relação deles, MAS não nos podemos esquecer que todos os artistas usam a sua vida como inspiração. Ela também escreve músicas sobre as partes boas da relação, sobre amor. Falo por mim que falar sobre algo que me deixa triste é-me muito mais fácil do que escrever sobre felicidade, quando se trata sobre relações. Realmente não sei explicar o porquê, apenas acontece. Acho as músicas dela boas, Red é o meu álbum favorito porque é aquele som intermédio entre pop e country. 

3. after/fifty shades of grey.
Meti estes dois juntos porque acabaram por ter o mesmo efeito: ajudaram-me a aceitar, de certa forma, a minha sexualidade? Eu não sei explicar bem, sinceramente. Ajudaram-me a perceber que para além de ser virgem numa idade mais avançada que a maioria, estava tudo bem em querer explorar a nossa sexualidade. Eu era muito tímida e tinha medo sequer de falar sobre sexo porque ficava vermelha e achava que ia ser julgada por ser virgem. Depois de ler estas duas histórias fiquei muito "dane-se" para o que os outros pensam sobre a minha vida sexual, o que foi ótimo!
After foi uma das primeiras fanfics que li e a sua escrita é boa, já Fifty Shades of Grey tem uma escrita meia banal e simples. Na minha opinião, último livro e filme são os melhores porque o enredo em si se tornou melhor, o primeiro foi só para chocar com todo o BDSM - o que não entendi porquê, sinceramente, sendo que houve mais livros a falar do mesmo.

Não pensei em mais nenhuma coisa que pudesse acrescentar, sou má com listas! Espero que tenham gostado!