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(post publicado no meu antigo blog a 31 de Agosto de 2015. apenas irei modificar certas coisas, mas essencialmente é isto. coisas acrescentadas estão a itálico.).
            Eu sei que não vais querer saber, nem sequer vais ouvir ou ler o que tenho para te dizer. Sei que não vais procurar por mim e sei que não te importas se estou bem ou mal, nem me desejas o melhor, eu sei disso. Mas preciso que saibas, com a mesma intensidade que queres que eu saiba o que me queres dizer, que eu nunca te desejei mal. Eu nunca te odiei, muito pelo contrário, e talvez tenha sido esse o problema: gostar demasiado de ti. Eu amei-te. Doía fisicamente gostar de ti. E era uma coisa incontrolável visto que tentei deixar de nutrir sentimentos por ti, mas eles acabavam sempre por voltar inexplicavelmente. Eu sempre te pus em primeiro lugar e tu nunca me escolheste em primeiro. Eu tentei ajudar-te de todas as maneiras possíveis, da melhor forma como eu podia, mas tu não querias ajuda, só não querias era estar sozinho. E, ultimamente, tu não querias a minha ajuda e a minha presença, apenas querias alguém como plano B caso as tuas relações corressem mal. Deixavas isso bem claro com pequenas ações inocentes (achava eu), só que eu não o queria aceitar como a realidade.
            Quando me coloquei, pela primeira vez, em primeiro lugar e não a ti, tu começaste com os insultos e a dizer que fiz más escolhas quando a) tornar-me prioridade nem devia ser uma escolha e b) devias ficar feliz por me estar aceitar como alguém e não como algo. Deixaste de me falar, bloqueaste-me da tua vida como se eu fosse um acessório suplente. Tu esqueceste-te que eu não sou uma marioneta que pode ser usado e mal tratado em teu benefício. Por muito que não goste de falar sobre eles, eu tenho sentimentos e sinto! E, de tanto que os engulo, eles acabam por saltar com uma furiosidade que não dá para os manter quietos. Eu sou um ser humano, sou a rapariga que ficou ao teu lado depois de todas as asneiras que fizeste, todas as maneiras possíveis e imaginárias que me magoaste, depois de todas as tuas idas e voltas, depois de me tornares uma personagem secundária na tua história quando tu eras a principal na minha.
            A minha sinceridade foi algo que sempre te deixou encantado e irritado porque sabias que o que eu tinha a dizer, dí-lo-ia. Antes de partires disse-te que me deixavas vulnerável e levaste isso como algo negativo. Era suposto ser um elogio, na verdade. Tornar-me vulnerável é algo que eu sempre detestei porque significava que teria algo a perder: neste caso, tu. Para mim, ficar vulnerável significa ter sentimentos e emoções por alguém, significa gostar tanto de alguém que já nem importa se te magoas ou não, o que importa era mostrar esse amor. E eu tinha-os por ti, mas tu não compreendias o meu lado. Nunca compreendeste. Tudo bem, eu compreendo. O erro foi apenas e unicamente meu.
             Eu confiei o meu coração em ti. Ele já era frágil e tu sabias disso, mas deixaste-o cair e ainda o pisaste. Tu gostavas de brincar com os corações partidos só para ver o quão danificado ele podia ficar mais. Eu realmente não te desejo mal nenhum, independentemente de me odiares ou de quereres a minha morte. Eu espero, do fundo do meu coração, que sejas realmente feliz e que encontres alguém que cuide de ti da maneira que não soubeste cuidar de mim. E, quando encontrares, por favor, não faças nada de mal. Ama-a da maneira que dizias amar-me, protege-a da maneira que dizias querer proteger-me. Eu vou ficar bem sozinha porque apesar de tudo, ainda consigo pegar no meu coração despedaçado e voltar a coloca-lo no sítio.
            E obrigada por me teres ensinado tudo aquilo que não devo aceitar numa relação de amizade ou de amor. Graças a ti aprendi que eu tenho direito a mais quando se gosta de alguém e que, apesar de tudo o que estou disposta a fazer pela pessoa, devo estar igualmente disposta a fazê-lo por mim. Tenho de tratar de mim da mesma forma que se trata de um dente-de-leão. Ele é frágil, não pode ser abanado com força porque se desfaz. Tem de ser cuidado e delicadeza para que ele continue a ser quem é. 

✒ amei-te.

by on outubro 10, 2018
(post publicado no meu antigo blog a 31 de Agosto de 2015. apenas irei modificar certas coisas, mas essencialmente é isto. coisas acresce...
            E se for? Mas e se não for só uma fase? Qual é o problema? A minha doença mental pode não ser só a fase de ser adolescente. A minha sexualidade pode não ser só uma fase de revolta. O meu querer de passar de mulher a homem pode não ser só uma fase de moda. A minha vontade de ter uma carreira artística não é uma fase de sonhos. 
            As pessoas dizem que é uma fase porque acham que é algo mau, que afeta a sociedade inteira. E, em alguns casos, sim, afeta quem é próximo, mas se não te afeta a ti porque raio dizes que é só uma fase? Não sabes o que vai na mente das pessoas, não tens ideia o que elas sofrem, pensam, passam todos os dias. 
            O teu pensamento é a vida de alguém que apenas se quer libertar da prisão que é ser outra pessoa. Porque é que te achas no direito de falar sobre a vida de outra pessoa quando nem a conheces? A não ser que a pessoa em questão te peça opinião e apesar de haver a liberdade de dizeres o que queres, aquilo que tu dizes só é bem-vindo se não afetar a outra pessoa. 
            Para com esses mimimis de que vai dar a ideia errada a outras pessoas - ideia errada pensas tu, mas que pode inspirar gente a fazer aquilo que lhes vai no coração. És heterossexual, és médico(a) ou advogado(a), és saudável mental e fisicamente - parabéns, muitas felicidades para ti, genuinamente. Apenas não te aches no direito de falar da vida dos outros como se fosse a tua vida - segue aquilo que queres, deixa os outros fazer o mesmo.
            Cada um precisa de criar as suas próprias raízes para crescer, sendo a fazer coisas erradas ou certas, passando por momentos que são fases ou não. Se errar, tenta-se fazer melhor da próxima vez. Se mudar, muda-se de novo. Se se precisar de ajuda, não há mal nenhum. O importante é ter confiança nas suas escolhas, mesmo que passado uns tempos já não seja isso que se quer; explorar e tentar, não devia ser mau o fazer. Mesmo que seja só uma fase, é a MINHA fase, não a tua.

✿ é só uma fase.

by on julho 12, 2018
            E se for? Mas e se não for só uma fase? Qual é o problema? A minha doença mental pode não ser só a fase de ser adolescente. A...

           Este post até vem de encontro com um que fiz em Dezembro e eu sei que devia tê-lo publicado logo a seguir a esse. Contudo, e não sei porquê, o momento não me pareceu adequado. Um pouco estúpido, eu sei.
          Já passaram dois meses desde o início do ano e honestamente, não sei por onde ando porque este ano vai ser e está a ser confuso. Não consigo encontrar motivação nem para escrever (como se tem notado com a falta de publicações no blog). Não consigo concentrar-me para estudar ou para fazer algo produtivo. Tem sido exaustivo tentar e não conseguir. Parece que esta é a altura certa porque este post não é apenas para quem o lê, mas para mim também, para me lembrar do que quero.
        Como tinha escrito, as pessoas não conseguem parar de reclamar com o ano inteiro porque simplesmente não fazem nada para o melhorar. Não é suposto ser generalista, okay? Eu bem sei que há gente que tenta e não consegue, eu compreendo. No entanto, após o post que fiz percebi que não sou a única a pensar da mesma maneira. Temos de mudar de atitude se querermos ser melhores. E acabei por me esquecer disso. Viver do pessimismo apenas traz exatamente isso: pessimismo. Então decidi juntar um pequena lista sobre pequenas coisas que podes fazer para melhorar o teu ano. Não são coisas propriamente extravagantes, eu sei. Também não queria fazer nada disso porque o melhor está no simples. São pequenas ações que se pode ter todos os dias e ajudam bastante - ou, pelo menos, a mim ajudaram.

1. Sorri.
Cliché, como sempre. No entanto, não pude não acrescentar aqui e fazê-la a primeira da lista. Sorrir pode trazer rugas ao teu rosto mas traz bem estar também. Custa rir quando só te apetece chorar, obviamente. Não me interpretem mal, chorar é ótimo; limpa a alma e as impurezas dos olhos (pessoas que usam maquilhagem percebem-me nisto). Mas sabe tão bem quando consegues converter a tristeza em tranquilidade. Reparo que tantas vezes que acabava por desabar com pequenas coisas, agora consigo acalmar-me e usar a razão para me trazer sossego para a minha mente e o meu coração, que tanto precisam. Além de que sorrir pode fazer outras pessoas sorrirem também. 

2. Pensa positivo.
É bastante óbvio e parece fácil, mas não é. Leva imenso tempo de prática, há imensos pensamentos negativos antes de conseguir chegar aos positivos. Agradecer todos os dias. Novamente, parece fácil, mas às vezes é bastante difícil ter algo para agradecer todos os dias. A partir do momento que optei por agradecer e trocar os meus pensamentos para uma atitude mais leve e otimista, um peso levantou-se das minhas costas. Ainda custa alguns dias, como é óbvio. Há dias que a minha mente ainda brinca comigo e não me deixa trocar de comportamento, mas melhorou bastante. 

3. Tem objetivos (reais) - e luta por eles. 
Com o virar do ano, as pessoas tendem a criar objetivos e metas bastante... irrealistas, por vezes. Tanto que nem sequer chegam a trabalhar para as atingir. Muda isso. Foca-te naquilo que consegues fazer e consegues trabalhar e esforça-te para realizar o que sonhas. Faz um dream board se te ajudar a lembrar-te do que tens de fazer para chegar ao que queres.

4. Dá mais passeios.
Isto é algo que também tenho de melhorar e parece bastante simples mas, não é. Ora, há sempre aquelas semanas que só há vontade de ir para debaixo dos lençóis ou estás num nível de stress tão alto que não há tempo nem para respirar. E é aí onde os passeios entram: eles acabam por nos acalmar porque estás focado(a) noutra ação e ajuda na concentração e procrastinação. Vai até ao parque mais próximo, leva o teu animal de estimação, um livro para ler. Sai de casa.

5. Sai do normal. 
Uma coisa que me fez bem apesar de me fazer sentir mal ao início foi sair da minha zona de conforto. Foi difícil porque ter de sair da minha bolinha podia correr mal. Tentar coisas novas é complicado porque podem não dar certo. Contudo, está tudo bem se correr mal! Ser humano é errar, errar até tentar porque basta um tentar para conseguir.

6. Aprende algo novo.
Uma nova língua, um facto aleatório, como pintar com aguarelas, como desenhar, como escrever um livro. Há mil e uma coisas que estão ao nosso alcance para aprender e saborear o processo. Há imensas plataformas para nos ajudarem a aprender, tal como Duolingo (línguas) ou Skillshare (desenvolvimento pessoal, arte, tecnologia, tudo). Ajuda a sair um pouco da rotina de trabalho e/ou da escola e ajuda a tua mente a continuar aguçada.

7. Foca-te no presente.
Não consigo sublinhar o suficiente o quão este ponto é importante. Não me interpretem errado: tanto o passado como o futuro são importantes, um porque te faz corrigir os erros do outro. O passado serve só para isso: aprenderes com ele. De que vale estar a lamentar com o que se passou antes se já não o podes mudar? Dói, claro que dói. Mas irá doer mais se te focares tanto no passado que acabas por perder o presente todo. Foca-te no que podes mudar, no presente. É a única coisa que tens garantida.

8. Dia Especial do Eu.
Ainda estou a tentar trabalhar nisto, também. Aliás, tudo o que refiro aqui continuo a tentar porque, obviamente, não se consegue aplicar todas estas pequenas ações de um dia para outro. Ando a tentar reservar um dia da semana só para me cuidar, isto porque é necessário cuidarmos de nós mesmos para também poder ter uma vida equilibrada. Num dia da semana, arranjo um tempinho para fazer uma máscara facial, colocar óleo de coco no cabelo para o hidratar, tomar um banho longo e relaxante, esfoliar, colocar hidratante no corpo e cara, todas essas leves atitudes que me ajudam a preparar para a semana seguinte e a parar para ter um tempinho só para mim.

9. Bullet Journal.
Devo dizer que eu não sou de todo artística e nem tenho jeito para desenhar. Ainda assim, o bullet journal (ou journal em geral) é bastante bom para me melhorar. Em breve farei um post mais detalhado o conceito é basicamente uma agenda personalizada a teu gosto. Podes fazer o que quiseres, literalmente. Basta ter um caderno e uma caneta. Acabei por aderir a este pequeno projeto pois, a início, usava-o não só para me organizar, mas também tinha uma pequena sessão ao fim de todas as semanas para escrever uma pequena nota. Essa nota variava entre o que houve de bom e o que poderia fazer para melhorar. Era bom porque tinha um feedback de mim mesma e analisava aquilo que podia fazer a mais.

10. Inspira-te.
Isto acaba por acontecer quando aprendes algo novo e sais fora da tua zona de conforto. Há sempre algo que te vai inspirar, talvez o quão bem te faz sentir o facto de ultrapassar um medo ou fazer exercício físico, até. Faz um vision board, isso é, um quadro onde colocas fotografias dos teus objetivos ou fotografias que te inspirem. No meu caso coloquei, adicionalmente, fotografias de coisas que consegui para mostrar a mim mesma que se consegui X, posso continuar e conseguir Y. 
(foto retirada da internet)
Eles perderam-se enquanto se encontravam um no outro. A noite passava e com ela criavam-se memórias, as vozes penetravam a escuridão. A lua brilhava mais do que nunca mas os protagonistas desta noite eram eles. Nenhum dos dois eram uma estrela, não possuíam luz própria, mas não se importavam. A escuridão assentava bem neles como se deles fizesse parte. E fazia parte. As mentes dos dois fazia lembrar uma teia em que os fios se fundiam, algo que nunca acontecia na existência de nenhum dos dois. De tudo e de nada era feita a conversa. Por vezes o silêncio caía mas não ficava estranho. Era no silêncio que se sentiam confortáveis a partilhar sorrisos e olhares. Não precisavam de palavras para dizer tudo o que queriam porque nem sempre as palavras ajudam na comunicação, às vezes só atrapalham. 
Normalmente sente-se um formigueiro na barriga quando algo de extraordinário  e de diferente acontece, não é verdade? Aquela sensação de ansiedade e excitação que parece dominar o corpo inteiro, era suposto acontecer. Aquele momento era tão súbito, exorbitante, magnifico. No entanto, os seus corações estavam calmos, como se fosse o destino acontecer e aquele exato instante estivesse já escrito nas estrelas, preparado para ser precisamente assim. 
Como será o futuro? Isso não importa. O presente está a acontecer e nada mais podiam pedir do que sentir a alma um do outro a deambular pelo céu iluminado por estrelas que já morreram há imensos anos-luz. E, no final, mesmo sabendo que não são estrelas, ele e ela comparam-se aos corpos iluminados - já morreram há muito tempo mas nos olhos de quem os vê estão vivos. E, nos olhos de um, o outro é uma estrela, e vice-versa.

✒ (inter)ligação.

by on janeiro 17, 2018
(foto retirada da internet) Eles perderam-se enquanto se encontravam um no outro. A noite passava e com ela criavam-se memórias, as voz...
               Não tenho feito o post semanal de 168h porque realmente não tenho feito nada de interessante além de ir ao cinema, estar com o meu namorado e estudar. Numa das minhas pausas de estudo estava a passar pelo meu feed do twitter e vi imensos posts sobre a mesma coisa.
Estamos prestes a entrar num novo ano e há esta expectativa de que vai tudo mudar, vai tudo ser melhor, todos os objetivos estabelecidos para os conquistar. A questão é que um novo ano não vai trazer absolutamente nada de bom para a tua vida se não lutares por isso. Não quero parecer negativa, mas vejo muita gente dizer que quer x e y e, no entanto, não faz nada para ter isso. Toda gente está pronta para mudar de ano mas nunca prontos para mudar de atitude. Atrai-se o que se pensa.
                       Desde 2016 que vejo por toda a internet, twitter, tumblr, facebook, youtube, as pessoas a queixarem-se que o ano delas foi bastante mau e, no ano seguinte, continuam com a mesma história.
É fácil ficar sentado no sofá à espera que algo de bom aconteça, eu sei disso. Já fui assim. Estava tão farta de tentar fazer algo de diferente e não resultar que deixei de tentar. Ficava apenas à espera que o destino fizesse algo de bom por mim como se me devesse algo. Até que me fartei de esperar. O destino não me deve nada se eu não fizer nada para o merecer. Tentei novamente. Tentei sempre. E deu resultados. 
                       Então, hoje é o penúltimo dia do ano de 2017 e sinto-me feliz com quem sou. Mudei imenso, mudei mesmo muito. Posso dizer que a mudança começou no secundário, mas a mais extrema tem sido desde que entrei na universidade. Sinto uma confiança em mim que não achava ser possível. Entrei em paz comigo mesma durante estes últimos anos. Percebi que posso amar e não ser amada, que nem toda gente vai gostar de mim e não há nada que possa fazer, que no final sou eu que vou lá estar para mim então DEVO tratar-me bem. Há muitas outras coisas que aprendi e pelas quais estou extremamente grata. 
                       Ontem decidi arriscar com um novo corte de cabelo. Há um ano que dizia que queria cortar o cabelo para doar, há um ano que dizia que ia pintar de roxo. O roxo ainda não é possível, talvez para a próxima semana. No entanto, o corte está presente, assim como o loiro. Não sei porquê exatamente, mas eu precisava de uma mudança. Não por ser final do ano, isto era algo que eu já queria fazer há muito tempo. Eu precisava de algo de diferente, estava cansada do mesmo cabelo comprido (apesar de o adorar). Recebi imediatamente imenso comentários positivos a dizer que me ficava mesmo bem e que escolhi bem o que fiz com o cabelo. Recebi um comentário mau, de uma pessoa que me é próxima sobre o meu novo estilo. Eu sabia que ia reagir mal ao corte, mas não esperava o que me disse. Deitou-me muito abaixo, não vou mentir. Não pela sua opinião, pela maneira como o disse e por ser quem é. Bastou um comentário negativo para me deitar abaixo. Enfim. 
                       Eu percebi que não posso controlar a forma como falam, mas posso controlar a forma como reajo. Foi isso que fiz. Ainda dói um bocadinho, não vou mentir. No entanto, eu adorei como o cabelo ficou e o que importa é se eu gosto porque o cabelo é meu. Da mesma maneira que não gostava da cor do meu cabelo antes, e nos últimos anos adorava. Da mesma maneira que não gostava de ser tão emotiva, mas comecei aceitar que o sou. Da mesma maneira que não gostava das rugas que apareciam na minha cara quando sorria e agora adoro. Mudei de atitude. 

Espero que tenham um bom ano. Sejam felizes, sejam vocês. 

✿ mudar de atitude.

by on dezembro 30, 2017
               Não tenho feito o post semanal de 168h porque realmente não tenho feito nada de interessante além de ir ao cinema, estar c...